terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Valentine's Day.

Ontem foi comemorado o dia dos namorados em alguns países do mundo.

E, no Japão, também, se comemora nesse dia. Interessante é que, no dia 14 de fevereiro, as mulheres escolhem para quem dar o chocolate e, um mês após, o felizardo, devolvendo a gentileza, no White Day, oferece chocolate branco.

Peguei emprestado um texto no Wikipédia sobre o assunto:


Dia dos Namorados no Japão - バレンタイン デー



     O dia dos namorados no Japão é bem diferente do nosso. Neste dia, apenas as mulheres dão presentes, principalmente chocolates. Sim, isso mesmo! Só as mulheres. Além de ser comemorado no dia 14 de fevereiro, como na maior parte do mundo, ele vem acompanhado por uma série de “regras” que parecem ser levadas bem a sério.
     Valentine´s Day é uma das datas “estrangeiras” comemoradas com mais entusiasmo no Japão. O calendário japonês tem feriados bem diferentes dos nossos porque tem outra cultura e não é permeada de datas cristãs, mas o dia de São Valentino se tornou uma data simbólica para mostrar sua gratidão e eventualmente seus sentimentos.
     A comemoração do dia dos Namorados foi introduzida no Japão em 1936, pela confeitaria Morozoff, na cidade de Kobe. Em 1958 a rede de lojas de departamentos Isetan (uma espécie de Mappin' japonês que existe até hoje) popularizou o costume do Dia dos Namorados através de uma massiva campanha publicitária acompanhada de muitas mercadorias em oferta: Dê um presente a quem você ama no dia de hoje.
     O mais divertido é que o dia dos namorados japonês inclui os "sem namoradas". Os amigos, chefes e colegas de trabalho também ganham chocolate das meninas. Ninguém precisa ficar triste, porque todo mundo tem a quem presentear ou de quem receber.
Giri Choco     Os chocolates são divididos em dois tipos: giri choco 義理チョコ (chocolate “obrigatório”) e honmei choco 本命チョコ (chocolate para o amor verdadeiro).
     O honmei choco é dado à pessoa por quem a mulher esteja apaixonada. Se ainda não estão juntos, é um meio de declarar o seu amor à pessoa. Por esse motivo as mulheres se aesmeram e há muitos programas de TV para ensinar a preparar o chocolate caseiro (tezukuri), que é o melhor presente de Valentine’s Day quando se trata de honmei choco.
     O giri choco é dado também para os chefes no trabalho, assim como para outros colegas, sendo chamado de "chocolate da convivência social". É normal uma mulher comprar mais de 20 caixas de chocolate para distribuir no escritório, além de presentear outros homens com quem ela mantêm contato regular. Mas as moças tomam o cuidado de escrever “giri” no chocolate que é oferecido por obrigação, para não dar margem a interpretações equivocadas.
Honmei Choco     Mas não fica nisso. No dia 14 de março, exatamente um mês depois acontece a revanche. No “White Day”, os homens que tenham recebido chocolates no “Valentine’s Day” têm a chance de retribuir é a vez dos homens darem chocolates, mas chocolates brancos, por isso o nome White Day.
     Com o tempo as jogadas de marketing criaram também o Family Choco ファミリーチョコ para o amor e afeto maternos, presenteando-se marido e filhos e também o Tomo Choco チョコ (Chocolate da Amizade) para presentear amigas, como demonstração de amizade
     O último é o "gyaku-choco (chocolate reverso)" é um novo costume introduzido recentemente no Japão, que significa chocolates dados por homens e mulheres no Dia dos Namorados.


Leia mais: http://www.nihongobrasil.com.br/datas-comemorativas-.php#ixzz40KdMGJI3

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Todas iguais.

Fico navegando pelas páginas dos sites e, no geral, vejo nas manchetes as mulheres e seus cabelos, barrigas trincadas, siliconadas, mesmas maquiagens, mesmos borrões nas madeixas e fico pensando: por que ser igual a todas? Até onde vai a mesmice? Para que se parecer com todas?

Sinceramente, não vejo graça nos cabelos meio tom e mesclados ... nos corpos cheios de gomos e musculosos ... cadê a beleza natural?

E já abracei um tanquinho ... sabe qual é a impressão? De se estar abraçando uma estátua ... dura e sem graça ...

Não estou fazendo apologia à feiura e nem ao desleixo. Só acho que é muita artificialidade para admirarmos.

Sabe quem se destaca nesse mar de mesmices? Aquela que tem o cabelo brilhando, normal, um rosto bonito, pele bem cuidada, normal e que se veste de acordo com o ambiente que frequenta. Aquela pessoa que é discreta, que não fica colocando todas as cores num corpo só, a que sabe se expressar, que fala corretamente, que denota-se cultura sem mesmo nem falar. O mesmo eu acho no gênero masculino. Não é um tanquinho que me impressiona. Só se for o tanquinho cerebral. Acho que a beleza reside na conjunção de fatores. A atração está em ser bonito mas ser inteligente, ser espontâneo, ser bem humorado, ser do bem, enfim, está mesmo difícil de encontrar alguém assim. Enquanto isso fico só observando esse mar de pessoas extremamente iguais e sem muito o que admirar.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Linha imaginária do tempo.

Agora que já passou a euforia de fim de ano, acho que dá para falar um pouco sobre o evento.

Para mim, na minha concepção, todos os dias são iguais. Tem 24 horas. Dia e noite. 4 estações no ano. E, quando chega a hora da virada, fico imaginando que vou pular para um outro futuro. Outra vida. Outros acontecimentos. Aí vou dormir e acordo, no dia seguinte, e vejo que nada mudou.

Tá tá ... vão me dizer que sou pessimista e realista demais. Afinal, sou capricorniana! :)

Ah, sei lá ...

Uma coisa é certa: sempre que mudamos de ano, mudo também minhas expectativas em relação a tudo. Volta tudo para os 100%. Para, no decorrer dos meses, ir zerando. Ou não.

A mais dura realidade é aquilo que o espelho nos mostra. Não tem como correr. Aliás, correr está sendo cada vez mais difícil. Você pensa que vai ser forte, lépida, ágil a vida toda e, no entanto, espere a chegada dos 50. Nem todo o esforço do mundo vai fazer você voltar à vitalidade dos 30. Fico triste pois ainda sonho em fazer uma caminhada longa como já fiz, andando de uma praia a outra e voltando, sem nem colocar os bofes para fora. Agora, se ando uns quarteirões a mais, me sinto uma heroína. Mas me sinto frustrada. Queria muito poder conseguir andar 5 quilômetros sem me sentir uma égua no deserto com 300 kilos em cima.

Enfim, c'est la vie!

A constatação é que os dias escorrem pelas mãos, literalmente, e se você não fizer nada, não tem como voltar no tempo. Enquanto adiamos sonhos, pedidos de perdão, o tempo passa, inexoravelmente (uia, usei de novo).

Preciso tentar não adiar mais. Tenho adiado tantas coisas. Tantas resoluções. Tantos reencontros. Mas a vida se encarrega. Uma hora ela vai cobrar. E caro.

Enquanto isso, vou tomando o meu café de todos os dias, repetindo as mesmas coisas, sem mudar nem uma vírgula para ver se muda alguma coisa mas feliz por estar com um café na mão.Vai um café?

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Último suspiro do carro.

Achava divertido quando o Miguel me falava que o nosso carrinho (ano 5 daqui - equivalente ao ano 1993) velho, o outro antes deste, ele falava através dos sintomas.


Nunca dei muita bola até porque o Miguel é uma figura.


Mas ... e não é que o carrinho mostrou que tem sentimentos?


Quando compramos o atual carro deixamos o outro na agência para que fosse amassado. Aqui, carros muito velhos, já não podem ter a licença renovada e, como a atual vencia em outubro, resolvemos comprar outro.


E não é que, depois de alguns dias estacionado na agência, à espera do fatídico dia de ser amassado, quando fomos, finalmente, buscar o atual, ele mostrou que estava sentido?


Explico: o Miguel esqueceu um CD no toca-CD do carro e o japonês da agência insistiu pra que fôssemos lá pegar. Acontece que eles tiveram a maior dificuldade em retirar porque ... o carro simplesmente não pegou mais e não era a bateria não. Morreu!


Ficamos quase dois anos com ele e nunca nos deu um probleminha sequer.


E não é que o Miguel tinha razão?

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Primeira vez que sonhei que estava no Japão.

Esta noite, pela primeira vez, sonhei que estava no Japão.

Estava escuro e a cidade, como quase todas lá, realmente, tem uma iluminação deficiente. Pode ser por motivo de economia.

Enfim, chovia muito mesmo. Essas chuvas fortes são provenientes das frentes frias que vem da China ou da Rússia. E provocam tufões. Ou taifu, como os japoneses designam esse tipo de tempestade.

Os sonhos, geralmente, são confusos e difíceis de se relatar mas, o que se sobressaiu, foram a chuva forte e o fato de eu estar com um gigantesco guarda-chuva, daqueles que te protegem toda e ainda tem espaço de uns 30cm ao redor de si. E eu ria das pessoas que se encharcavam enquanto eu estava totalmente protegida. A partir daí, sei que foi uma grande aventura e eu estava perdida embora protegida.

É estranho pois em meus oito anos lá e, mesmo já tendo voltado há mais de sete anos, nunca tive nenhum sonho relativo ao país ou aos costumes deles.

Seria algum prenúncio? Oh céus! A instabilidade econômica aliada à fragilidade com que a empresa aonde trabalho (por ter encolhido em face à perda das concessões de duas das principais usinas)se encontra e em vistas de um grande corte no próximo ano (inevitável) talvez tenha me levado a sonhar com o Japão. Em tempo: trabalho numa estatal de produção de energia: a Cesp.

Se essa possibilidade remota se tornar realidade, com certeza, será uma viagem totalmente diferente. Voltar pra lá, com toda a minha bagagem anterior, faz a aventura se tornar menos penosa. 

Não é fácil pois são outros costumes, outra língua, outros valores. Só quem já viveu lá vai entender o que estou dizendo.Não é simplesmente me mudar para outro país e trabalhar. É uma mudança radical mesmo. Não se trata de um país ocidental. De costumes idênticos aos nossos. Enfim, vamos ver! Espero que não! Que eu consiga continuar por aqui pois, apesar de tudo, o Brasil é lindo e é um país único e maravilhoso de se viver.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Águas que rolam não voltam mais.

O tempo passa rápido demais. Inexoravelmente. Hahaha! Sempre quis inserir esta palavra numa frase minha! Ah, quanta bobagem! Hehehe! 

Com o advento das redes sociais e a nova linguagem a que tivemos que nos habituar, não estranhem se, vez em quando, começar a abreviar 'você' por 'vc' ou 'também' por 'tbm' ou mesmo, ao invés de vírgulas, começar a usar reticências ou rir tresloucadamente com 'kkkkkkkkkkkk' ou 'rsrs' ou 'hehehe' ou 'hahaha' ... (viu?) ... pois é ... temo que o que o meu saudoso professor de português, na faculdade, (me foge o nome agora ... ih, meu Deus ... olha o alemão agindo) nos dizia torne-se realidade. Que, um dia, o que hoje só falamos informalmente, se torne regra. Ai meus sais!

Ah, me lembrei: Ciro! Saudoso Ciro! Impagável. Morava num hotel na Frei Caneca e dava aulas de latim e português na Cásper.

Fico me recordando dos flashes que me passam pela mente quando penso na Cásper. Bons tempos!

Tudo era tão incrivelmente fácil e parecia brincadeira de criança. Comunicação Social era baba para mim. Não sei hoje pois a grade mudou totalmente.

Me lembro das vezes em que nos reuníamos naqueles botecos da Joaquim Eugênio após as aulas. Todos duros e contando moedas para pagar a sua parte. Mas éramos felizes! E como! No primeiro ano, quando ainda fazia Relações Públicas, tinha uma turminha muito bacana e, até hoje, me lembro perfeitamente de uma foto que tiramos atravessando a Paulista, imitando aquela famosa foto dos Beatles atravessando a Abbey Road! Pena não ter a foto. Não me deram e eu não pedi e, como naqueles anos, ainda nem sonhávamos com redes sociais e, quanto mais com a net, enfim, ficou na memória. Incrível como me lembro até a roupa que estava usando naquela noite. Rimos muito disso.




Pois é. Ressuscitei o meu blog. Pela enésima vez! Até a próxima!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Ressucitando o meu blog.

Nossa!

Quanto tempo sem postar nada aqui.

Muitas coisas aconteceram desde então.

Quando dizem que o mundo dá voltas, ah, tenho a absoluta certeza disso viu?

Tenho até medo de dizer mas, apesar dos pesares, apesar de muitos poréns, hoje eu posso dizer com a absoluta certeza que estou feliz de verdade.

Não sei aonde poderia melhorar mais mas sei que posso fazer por onde para reverter algumas coisas, agregar outras, eliminar muitas e assim tentar subir um degrau no conceito Dele. Tenho muitas falhas e estou tentando superá-las.

Agora, de vez em quando volto aqui pra desabafar ou falar algo mais sério ou engraçado.

Mas ... sei lá, com o advento do facebook e essa interação louca nos dias atuais, penso num blog como algo do passado, meio pré-histórico ... hahahaha ... pode isso?