quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Ah, e tem uma matéria sobre "longevidade e juventude" na edição 2094 (primeira de 2009) muito interessante e que eu recomendo.

Revista Veja digital.

Eu comentei num post anterior, sobre a possibilidade de ler todas as edições da revista Veja, desde o primeiro número, através de um site elaborado pela Abril.

Disse também que a leitura era difícil mas ... perdoem-me, foi falta de aptidão desta que lhes escreve. Tisk tisk ... hoje resolvi ler as últimas edições (tem até a segunda semana de janeiro) e ... tchan tchan tchan ... sem querer, descobri como se faz pra ler os artigos de forma legível. É só clicar na matéria, em qualquer lugar da página e pronto. Tá lá o texto ampliado. Pra ir mudando de parágrafo, é só segurar o clique e ir movimentando a página até onde você quer ir.

Bão, feito isto, ufa, deixo-lhes novamente, o link pra acesso:

http://acervoveja.digitalpages.com.br/

Boa leitura!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Medo da net.

Hoje me assustei com o poder da net.

Primeiro fui verificar com o meu próprio nome e sobrenome, no orkut, se havia algo a mais além do meu perfil. Que susto levei quando vi que criaram um perfil clone do meu, só que utilizaram apenas o meu nome, por enquanto.

Bom, pra me despreocupar, estendi a minha busca no Google. Uau! Além de uma homônima, tem um monte de coisas minhas. Um registro na Netlog do qual nem me lembrava mais; comentários em blogs de terceiros; meus próprios posts; o meu Flickr; comentários que fiz no G1, no blog do Zeca; enfim, mais de 1.500 resultados com o meu nome!

Acho que a gente tem que se policiar antes de escrever qualquer coisa, inclusive este post pois, a net denuncia mesmoooo. O Google principalmente!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Comecei 2.009 com tantas expectativas e cá estou eu, teclando sobre o dia a dia e o que vem pela frente.

Uma indecisão do tamanho de um elefante. O que fazer de my life?

Não gosto muito de falar em idade porque as pessoas costumam achar que só temos charme, vida, alegria, se somos jovens. E, cá pra nós, quem me conhece e sabe fazer as contas, sabe que já cheguei aos enta, faz é tempo. Pra ser mais exata, entrei no segundo enta, no fim de dezembro.

Aff, mas eu não me sinto menos ou mais só porque os números mudaram. Quando fiz 30, lembro-me que me senti depressiva, apavorada, triste, enfim, não queria aceitar o fato de ter entrado na balzaquianice. E, hoje, duas décadas depois, sinto-me tranquila, sem nenhum medo mas, mais esperançosa que nunca. A vida é boa porque sempre está me premiando com coisas boas.

Tenho uma renda mensal que me permite ficar sem fazer nada mas, ledo engano, não dá pra ficar sossegada já que não é o suficiente pra tudo o que preciso.

Só que, hoje, vendo um vídeo de uma reportagem sobre uma senhora de 58 anos de idade e que, pra sobreviver, fica no mangue caçando os caranguejos pra, no final do dia, conseguir R$ 10 por um quilo da carne, me senti uma lesma gorda e um lixo. Como é que posso reclamar da vida se eu, após trinta anos de trabalho, consigo uma renda da qual consigo tirar o meu sustento, sem ter que tirar os pés de casa?

Estou tentando concursos e mais concursos. Uma hora tenho que conseguir. Só que isso demora e eu não sei se consigo esperar. Queria ter a tranquilidade de um budista.

Bão, mas é isso. Tem horas que sinto o tempo escoar pelos dedos e noutras, acho que podia preencher os meus dias fazendo tantas coisas que a vida toda adiei e ainda adio. Uma hora isso muda. Eu, como toda boa capricorniana, demooooraaaaaa pra decidir algo mas, quando decide, nem olha pra trás porque aí já é tarde. Não volta atrás nem por decreto. E, aí está o meu medo. Das minhas decisões. Muitas vezes 'quebrei a cara' com isso.

Desabafos de um ano novo e que ainda tem muita coisa pela frente. Algo me diz que será um ano produtivo. Amém pra as minhas expectativas.