terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Último suspiro do carro.

Achava divertido quando o Miguel me falava que o nosso carrinho (ano 5 daqui - equivalente ao ano 1993) velho, o outro antes deste, ele falava através dos sintomas.


Nunca dei muita bola até porque o Miguel é uma figura.


Mas ... e não é que o carrinho mostrou que tem sentimentos?


Quando compramos o atual carro deixamos o outro na agência para que fosse amassado. Aqui, carros muito velhos, já não podem ter a licença renovada e, como a atual vencia em outubro, resolvemos comprar outro.


E não é que, depois de alguns dias estacionado na agência, à espera do fatídico dia de ser amassado, quando fomos, finalmente, buscar o atual, ele mostrou que estava sentido?


Explico: o Miguel esqueceu um CD no toca-CD do carro e o japonês da agência insistiu pra que fôssemos lá pegar. Acontece que eles tiveram a maior dificuldade em retirar porque ... o carro simplesmente não pegou mais e não era a bateria não. Morreu!


Ficamos quase dois anos com ele e nunca nos deu um probleminha sequer.


E não é que o Miguel tinha razão?

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