quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Todas iguais.

Fico navegando pelas páginas dos sites e, no geral, vejo nas manchetes as mulheres e seus cabelos, barrigas trincadas, siliconadas, mesmas maquiagens, mesmos borrões nas madeixas e fico pensando: por que ser igual a todas? Até onde vai a mesmice? Para que se parecer com todas?

Sinceramente, não vejo graça nos cabelos meio tom e mesclados ... nos corpos cheios de gomos e musculosos ... cadê a beleza natural?

E já abracei um tanquinho ... sabe qual é a impressão? De se estar abraçando uma estátua ... dura e sem graça ...

Não estou fazendo apologia à feiura e nem ao desleixo. Só acho que é muita artificialidade para admirarmos.

Sabe quem se destaca nesse mar de mesmices? Aquela que tem o cabelo brilhando, normal, um rosto bonito, pele bem cuidada, normal e que se veste de acordo com o ambiente que frequenta. Aquela pessoa que é discreta, que não fica colocando todas as cores num corpo só, a que sabe se expressar, que fala corretamente, que denota-se cultura sem mesmo nem falar. O mesmo eu acho no gênero masculino. Não é um tanquinho que me impressiona. Só se for o tanquinho cerebral. Acho que a beleza reside na conjunção de fatores. A atração está em ser bonito mas ser inteligente, ser espontâneo, ser bem humorado, ser do bem, enfim, está mesmo difícil de encontrar alguém assim. Enquanto isso fico só observando esse mar de pessoas extremamente iguais e sem muito o que admirar.

Nenhum comentário: